Crítica | Robin Hood: A Origem

2 de dez de 2018

Oi Perdidos,

Robin Hood é ao mesmo tempo bandido e mocinho. O herói mítico inglês, de inúmeras histórias e canções da tradição oral, já foi retratado em diversos livros, sendo a versão de Alexandre Dumas a mais conhecida.

A Origem
Título: Robin Hood: A Origem
Título Original: Robin Hood
País: EUA
Ano: 2018
Diretor: Otto Bathurst
Atores: Taron Egerton, Jamie Foxx, Ben Mendelsohn, Eve Hewson e Jamie Dornan
Gênero: Aventura
Classificação:




Robin Hood: O Início é a versão cinematográfica mais recente desse personagem que roubava da nobreza para dar aos pobres. Teria vivido no século XII, na época do Rei Ricardo Coração de Leão e das grandes Cruzadas. O filme começa com uma narração pedindo para você esquecer tudo que já leu ou viu sobre Robin Hood e foi o que fiz.


No filme dirigido por Otto Bathurst, da série Black Mirror, Robin de Loxley é convocado para as Cruzadas logo após conhecer e se apaixonar pela ladra Marian (Eve Hewson, de Ponte de Espiões). Robin é um Bon Vivant, mas a guerra muda a forma como ele encara a vida e acaba tomando algumas decisões que não são bem vistas pelos seus companheiros.

Robin de Loxley foi dado como morto pelo xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn, de Rogue One), por isso seu lar foi confiscado e o amor de sua vida, agora, está com Will (Jamie Dornan, o Sr. Grey de Cinquenta Tons de Cinza).

Robin quer se vingar do xerife, assim como John (Jamie Fox, do ótimo Em Ritmo de Fuga). Você lembra do Pequeno John da lenda? Então, de pequeno ele não tem nada. Os dois começam a executar o plano de vingança, mas, na realidade, eles começam uma grande revolução.

O filme é cheio de clichês o que levou a imprensa a fazer várias críticas negativas, mas eu gostei bastante do filme. Me fez lembrar das boas aventuras despretensiosas feitas para os jovens.

Robin Hood

O Príncipe dos Ladrões já foi interpretado por Errol Flynn (As Aventuras de Robin Hood – 1938), Kevin Costner (Robin Hood: O Príncipe dos Ladrões – 1991), Russell Crowe (Robin Hood – 2010) e até uma raposa, no desenho da Disney (Robin Hood – 1973). O intérprete da vez é Taron Egerton que provou ser bom em filmes de ação no ótimo Kingsman: Serviço Secreto. Também demonstrou versatilidade ao interpretar o esquisito Eddie Edwards, famoso atleta inglês dos jogos olímpicos de inverno. Taron tem o porte certo para o papel e se sai bem nas cenas de ação.

A produção do filme é bem feita, com boas cenas de ação como a perseguição de carroças. Os saltos e tiros de arco e flecha também são bem filmados, alguns em câmera lenta. Parece que pensaram em adaptar para o 3D e depois desistiram porque tem bastante cenas de flechas e destroças voando em direção à tela. Um dos produtores é ninguém menos que Leonardo DiCaprio, o que comprova que apostaram alto neste filme. Espero que vá bem nas bilheterias para que haja uma continuação.

Gostei de saber como começou a rixa entre Robin Hood e o xerife de Nottingham, mesmo sabendo que o filme tomou certas liberdades criativas. Pretendo ler o livro de Alexandre Dumas que deve ser mais fiel às histórias e canções que foram contadas de geração a geração.

Um filme que entrega exatamente aquilo que promete: Puro Entretenimento!

Robin Hood
Robin Hood
Robin Hood
Robin Hood
Robin Hood

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