Crítica | Halloween (2018)

2 de nov de 2018
Jamie Lee Curtis

Oi Perdidos,

Dia 31 foi Halloween, então, nada melhor do que um filme de terror pra gente sentir aquele fiozinho na espinha. Várias continuações e spin-off do gênero foram lançados recentemente sem nenhum destaque. Arrisquei ver Halloween por causa de Jamie Lee Curtis e John Carpenter estarem envolvidos no projeto.

Jamie Lee Curtis
Título: Halloween
Título Original: Halloween
País: EUA
Ano: 2018
Diretor: David Gordon Green
Atores: Jamie Lee Curtis, Judy Greer e Andi Matichak
Gênero: Terror, Suspense
Classificação:

Dois jornalistas de um famoso podcast investigativo vão entrevistar o serial killer Michael Myers, que está recluso há 40 anos em um centro de reabilitação, antes dele ser transferido. Como não conseguem nem uma palavra dele, vão atrás da única sobrevivente de seus ataques na noite de Halloween de 1978.

Será possível que um mostro tenha criado outro? Ainda que as barras e o arame farpado que os separam sejam fortes e cortantes, as linhas metafísicas são confusas e tênues. Os dois vivem em isolamento, alimentados pelos próprio medo e ódio que sentem um pelo outro.

Laurie Strode, interpretada novamente por Jamie Lee Curtis (de True Lies), sobreviveu, mas não conseguiu esquecer o trauma. Vive reclusa e seu estilo de vida a afastou de sua filha Karen (Judy Greer, de Homem-Formiga) e da neta Allyson (Andi Matichak). Claro que o assassino mascarado consegue escapar e ir atrás de Laurie e sua família.

Halloween

Halloween é a prova de que é possível fazer um reboot de qualidade. Acredito que o motivo disso é o fato do diretor David Gordon Green (de O Que Te Faz Mais Forte) ter mantido o clima do primeiro filme da série. Nem todas as mortes são extremamente violentas como os atuais filmes de terror. O diretor foca mais no suspense psicológico. A música eletrônica de John Carpenter (diretor do primeiro Halloween e produtor deste) remete à época da primeira produção e traz um clima de nostalgia.

Halloween

O filme nunca mostra o rosto do nosso assassino mascarado, mesmo quando ele não está usando a máscara que se tornou um ícone do cinema. O novo Halloween ainda questiona o que leva uma pessoa a cometer crimes tão cruéis como os do Michael.

Será que ele age aleatoriamente ou ele é emocionalmente motivado, provocado por alguma coisa? Ou será algum tipo de estimulo desconhecido impresso em seu próprio ser? Eu quero saber o que ele sente. Eu quero saber que tipo de prazer ele sente quando mata.

O filme apresenta algumas reviravoltas interessantes e apresenta algumas cenas bem tensas. Temos enfim uma ótima sequência que coloca um fim na série Halloween.

Será???

Happy Halloween!

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