Crítica | Vidas à Deriva

12 de ago de 2018

Oi Perdidos,

Final de semana passado aconteceu a pré-estreia de Vidas à Deriva. Não tinha ouvido falar desse filme antes, mas o nome dos atores chamaram a minha atenção. Fiquei mais animado quando descobri que o diretor é o mesmo de Evereste, filme de 2015 que gostei bastante.

Sei que esses filmes de pessoas à deriva costumam ser lentos e que tudo dá certo no final. Afinal, o objetivo deles é mostrar a superação das pessoas diante de um desafio tão grande quanto o oceano. Saiba o que achei dessa produção baseada na história real de Tami Olham Ashcraft e Richard Sharp.

Adrift
Título: Vidas à Deriva
Título Original: Adrift
País: EUA, Honk Konk e Islândia
Ano: 2018
Diretor: Baltasar Kormákur
Atores: Sailene Woodley e Sam Claflin
Gênero: Drama
Classificação:

Tami (Shailene Woodley) e Richard (Sam Claflin) são dois espíritos livres que se conhecem no Taiti, a maior ilha da Polinésia Francesa. Ela decidiu conhecer o mundo quando terminou o ensino médio e ele largou a Marinha Britânica para seguir o seu coração. Eles se apaixonam até que uma proposta de trabalho oferecida a ele pode colocar tudo a perder.

Richard tem que levar o veleiro de um casal de amigos até San Diego, cidade natal de Tami. Ele a convida para ir junto. Ela fica reticente por um tempo, mas acaba aceitando viajar através do oceano ao seu lado. Eles só não sabiam que estavam navegando diretamente para um dos furacões mais catastróficos da história: o furacão Raymond.

Tami Olham Ashcraft e Richard Sharp
Os verdadeiros Tami Olham Ashcraft e Richard Sharp
O diretor Baltasar Kormákur decidiu contar a história de amor e superação dos noivos Tami e Richard intercalando os acontecimentos de antes do acidente com os 41 dias que ficaram à deriva.

Shailene Woodley é uma boa atriz. Ela evoluiu bastante desde Divergente. Isso se deve, provavelmente, à participação dela na série Pretty Little Lies, junto com Nicole Kidman e Reese Witherspoon. Tami é uma personagem com grande carga dramática e a atriz consegue dar conta do recado. Woodley é também uma das produtoras do longa.

A atuação de Sam Claflin é mais contida, por causa da situação física de seu personagem, mas não é ruim. O maior problema é a pouca química existente entre eles, mas isso não é culpa de nenhum dos atores. Simplesmente, não acontece.


O ponto alto do filme é a parte técnica. O acidente com o Hazana quando são atingidos pelo furacão é impressionante. É bem provável que o filme receba uma indicação ao Oscar de Melhor Edição de Som. A fotografia também merece destaque.

Falando em prêmios, o filme foi indicado ao Teen Choice Award 2018 para Melhor Filme do Verão, Melhor Atriz (Shailene Woodley) e Melhor Ator (Sam Claflin). O prêmio será entregue no próximo domingo, dia 12 de agosto, e a transmissão começa às 21 horas, no canal Warner.

O filme é lento em alguns momentos, mas um plot twist me deixou de boca aberta. Não esperava mesmo! Gostei. Bom filme!


É a história inesquecível sobre a resiliência do espírito humano e o poder transcendente do amor. (STXfilms)

Com Amor, André

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