Crítica | Rampage: Destruição Total

14 de abr de 2018

Oi Perdidos,

Fui assistir Rampage: Destruição Total já esperando uma verdadeira bomba, mas, para a minha surpresa, o filme é daquelas bombas divertidíssimas que a gente adora. Deixa eu explicar melhor.

Título: Rampage: Destruição Total
Título Original: Rampage
País: EUA
Ano: 2018
Diretor: Brad Peyton
Atores: Dwayne Johnson, Naomie Harris, Malin Åkerman, Jeffrey Dean Morgan e Joe Manganiello
Gênero: Ação, Ficção
Produção: Warner
Classificação:

Uma experiência genética realizada no espaço dá errado e três amostras acabam caindo na Terra. Uma delas atinge George, um gorila albino que é cuidado pelo Dr. Davis desde pequeno. As mudanças genéticas fazem com que George fique maior e mais agressivo. Mas ele não é o único animal a sofrer mutações genéticas e os monstros começam a deixar um rastro de destruição por onde passam.


Rampage é inspirado em um game clássico dos anos 80, onde o jogador controla monstros gigantes que são atacados pelos militares. Não conhecia o game, mas um árcade não contém muita história para comparação. O filme traz um enredo bem simples, apenas para justificar a destruição da cidade pelos monstros. Temos muita ação, os efeitos especiais são convincentes e o 3D funciona. Pura diversão para um domingo à tarde comendo pipoca.

Dwayne Johnson, de Jumanji: Bem-vindo à Selva, interpreta o Dr. Davis e se sai muito bem nas cenas de ação. Ele é o novo Arnold Schwarzenegger de Hollywood. Consegue se sair bem tanto em filmes de ação como nas comédias. Naomie Harris, de Moonlight: Sob a luz do Luar, interpreta Kate, cientista e companheira de Davis na luta para salvar George. Jeffrey Dean Morgan, conhecido pela série The Walking Dead, e o belo Joe Manganiello, dos dois Magic Mike, também estão no elenco. O maior problema do filme são os apáticos vilões liderados pela sueca Malin Åkerman, de Vestida para Casar. Não por culpa dos atores, mas, sim, do péssimo roteiro.

Só pra ficar registrado, quero dizer que detesto esses subtítulos em português.


Podemos criticar várias coisas do filme, mas não posso negar que o filme é bem divertido. Me lembrou bastante as antigas séries japonesas de monstros destruindo cidades inteiras e lutando entre si, como Godzilla. Saí do cinema me sentindo como se tivesse uns 12 anos novamente.

Com Amor, André

Um comentário:

  1. Oi André, curto imensamente ler suas críticas sobre os filmes que vc viu... são ótimas e sempre fico com vontade de ir ver também. Bjs e Parabéns!!!!

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Oie,
Obrigada por visitar os Garotos Perdidos.
Sua opinião é muito importante para mim.