Crítica | Tomb Raider: A Origem

18 de mar de 2018

Oi Perdidos,

A grande estreia nos cinemas da semana foi Tomb Raider: A Origem e a pergunta que todo mundo está fazendo é se Alicia Vikander conseguiu substituir Angelina Jolie de forma convincente.

Título: Tom Raider: A Origem
Título Original: Tomb Raider
País: EUA
Ano: 2018
Diretor: Roar Uthaug
Atores: Alicia Vikander, Dominic West, Walton Goggins e Daniel Wu
Gênero: Aventura
Produção: Warner
Classificação:


Em Tomb Raider: A Origem, o diretor norueguês Roar Uthaug reconta a origem da personagem criada para o game de mesmo nome em 1996. Lara Croft é uma arqueóloga britânica à procura de tesouros antigos, assim como Indiana Jones, e o poder feminino a levou a ser um dos principais ícones da indústria de vídeo games.

Lógico que Hollywood não iria ficar de fora e Angelina Jolie incorporou a personagem em Lara Croft: Tomb Raider, filme de 2001, e em Lara Croft: Tomb Raider – A Origem da Vida, em 2003. Esperava-se, pelo menos, uma trilogia, mas o terceiro filme nunca saiu. Depois, a atriz sofreu com a separação de Brad Pitt e teve sérios problemas de saúde. Para ver Lara Croft novamente nos cinemas, uma nova atriz teria que ser escalada e um reboot seria necessário.

Alicia Vikander, venceu o Oscar 2016 de Melhor Atriz Coadjuvante por Garota Dinamarquesa, e não era uma escolha obvia, afinal os atributos da personagem são mais físicos do que de interpretação.


Lara Croft é filha de um excêntrico aventureiro que desapareceu antes mesmo dela se tornar uma adolescente. Aos 21 anos, ela trabalha como entregadora de comida e não tem dinheiro nem para pagar suas aulas de boxe. Na realidade, ela tem a herança de seu pai que está desaparecido há sete anos e já foi considerado como morto. Basta ela assinar os papéis para assumir o grande império de seu pai, mas ela se recusa. Ainda tem esperança de encontrar o pai são e salvo. Lara descobre que o último destino dele foi uma ilha mística localizada em algum lugar da costa do Japão e parte em busca de respostas, mas essa aventura pode ser muito mais traiçoeira do que pode imaginar.

Tomb Raider: A Origem é uma aventura competente que não traz nada de inovador para a saga. As “fases” dentro da tumba escondida na ilha não oferecem perigo real a nossa heroína, com exceção de apenas uma delas. Essa cena é onde o 3D mais funciona, sendo praticamente nulo durante todo o resto do filme. O filme tem outros bons momentos, como quando Lara cai no rio e se salva nos destroços de um avião. Bem ao estilo dos games.

Alicia Vikander interpreta uma Laura Croft mais realista, com menos cara de super-heroína. Sua veia dramática aparece em alguns poucos momentos, mas são os dotes físicos que se destacam. Não me refiro à força e músculos, mas sim à agilidade e esperteza.

O filme funciona bem como um reboot. Se sair bem nas bilheterias, é certo que teremos uma continuação, onde o foco poderá ser mais na aventura. O gancho para a continuação está na cara. Um bom entretenimento para os jovens, principalmente quem curte os games de Tomb Raider.

Beijos, André.

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