Crítica | Maze Runner: A Cura Mortal

27 de jan de 2018
A Cura Mortal

Oi Perdidos,

Três anos depois de Prova de Fogo, estreia o último capítulo da saga Maze Runner.

Maze Runner é uma distopia escrita pelo americano James Dashner. Correr e Morrer foi adaptado em 2014, Prova de Fogo, em 2015, e A Cura Mortal acabou de estrear nos cinemas.

A Cura MortalTítulo: Maze Runner: A Cura Mortal
Título Original: Maze Runner: The Death Cure
País: EUA
Ano: 2018
Diretor: Wes Ball
Atores: Dylan O'Brien, Ki Hong Lee, Kaya Scodelario e Tomas Brodie-Sangster
Gênero: Distopia, Ação
Produção: Fox
Classificação:

O motivo para a longa espera por Maze Runner: A Cura Mortal foi o grave acidente sofrido pelo protagonista Dylan O’Brien nos sets de filmagem. Saiu na mídia que ele teria sido atropelado por um carro causando várias fraturas ósseas, faciais e lacerações. A Fox, produtora do filme, não comentou detalhes do acidente, mas deu para perceber que o ator se machucou feio pelos comentários feitos por ele posteriormente:

"Eu realmente vivi um momento sombrio por um tempo, não foi um retorno fácil" conta O'Brien. "Houve um tempo em que eu não sabia se ia voltar a atuar. E esse pensamento também me apavorou. Em vários aspectos, eu ainda me lembro daqueles seis meses como se tivessem sido cinco anos da minha vida"

Com a pausa nas filmagens, o diretor Wes Ball teve mais tempo para pensar na pós-produção. O filme tem bons efeitos especiais e as cenas de ação são bem legais. O filme já começa cheio de adrenalina ao mostrar o grupo liderado por Thomas (Dylan O’Brien) sequestrando o vagão de um trem na tentativa de resgatar Minho (Ki Hong Lee). Ele foi levado pela C.R.U.E.L. quando Teresa (Kaya Scodelario) traiu seus amigos no final de Prova de Fogo.

Thomas, Newt (Tomas Brodie-Sangster) e outros clareanos tentam invadir a cidade que serve como sede de operações da C.R.U.E.L. para acabar com suas atividades desumanas. Enquanto isso, Teresa ainda acredita ser capaz de encontrar a cura para o vírus que vem assolando a humanidade.

A Cura Mortal

Não dá para assistir A Cura Mortal sem ter visto os anteriores. Ball consegue finalizar a trilogia de forma competente, entregando um filme bem feito, cheio de adrenalina e tensão. É o melhor da trilogia. O filme também é o mais longo deles, mas o diretor não quis dividir o filme em duas partes, como foi feito em outras trilogias. Ainda bem.

Os jovens atores fizeram um bom trabalho com o roteiro que tinham em mãos e cheguei a me emocionar com o destino de alguns personagens. Foi uma boa adaptação da história de James Dashner para o cinema, apesar de pequenas falhas aqui e ali. Li os livros há bastante tempo e não lembro de detalhes, mas a ideia central e todas as sensações do livro estão presentes no filme.

É um filme de ação adolescente bem feito que vai agradar tanto quem é fã dos livros como eu, como quem não leu nenhum deles. Saí emocionado do cinema pela saga cinematográfica ter sido finalizada de forma tão bacana.

Beijos.

Todo labirinto
tem seu fim,

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