Crítica | Clube dos Cinco

7 de set de 2017
The Breakfast Club

Oi Perdidos,

Vamos viajar no tempo e voltar para 1985. Nenhum outro diretor conseguiu representar tanto uma geração, como John Hughes fez na época. Gatinhas e Gatões (1985), Mulher Nota 1000 (1985), A Garota de Rosa Shocking (1986), Curtindo a Vida Adoidado (1986) e Alguém Muito Especial (1987) foram alguns de seus filmes, mas Clube dos Cinco é daqueles filmes que te faz refletir e te emocionar como poucos.

Título: Clube dos Cinco
Título Original: The Breakfast Club
País: EUA
Ano: 1985
Diretor: John Hughes
Atores: Emilio Esteves, Anthony Michael Hall, Judd Nelson, Molly Ringwald e Ally Sheedy
Gênero: Comédia, Drama, Juvenil
Produção: Universal Studios
Classificação:



Você pode até achar que Clube dos Cinco é um filme antigo, mas a sua história permanece atual até os dias de hoje por discutir sobre bullying, pré-conceito e estereótipos entre jovens. A narrativa é simples e, por isso mesmo, genial. Cinco adolescentes do ensino médio cometem pequenos delitos na Shermer High School e, como punição, têm que passar 9 horas do sábado no colégio para escrever uma redação. O título original é The Breakfast Club, ou Clube do Café da Manhã, faz bastante sentido, mas prefiro o título em português.

E essas crianças que você despreza Enquanto elas tentam mudar seus mundos São imunes aos seus comentários Eles estão bem cientes do que estão passando. (tradução da música Changes de David Bowie)

Emilio Esteves, de Missão Impossível (1996), interpreta o atleta popular; Anthony Michael Hall, de War Machine (2017), é o nerd; Judd Nelson, de O Império (do Besteirol) Contra-ataca (2001), o marginal; Molly Ringwald, de Jem e as Hologramas (2015), a patricinha; e Ally Sheedy, de Harold (2007), é a gótica. Todos os atores eram bem famosos na década de 80. Molly Ringwald chegou a ficar conhecida como a musa de John Hughes. Infelizmente, com o tempo eles foram caindo no esquecimento.

Esses cinco estudantes são colocados em uma sala para escreverem uma redação sobre o que cada um pensa sobre si enquanto são vigiados pelo professor Vernon que está na sala em frente. Ninguém está a fim de fazer a tarefa imposta e entre conversas, implicâncias e brigas eles começam a se conhecer, desfazendo a imagem que a própria sociedade criou para cada um deles.

John Hughes
O marginal, o atleta, a gótica, a patricinha e o nerd
O filme é uma jornada de conhecimento próprio e do próximo. Não daqueles que fazem parte do seu círculo de amizade ou da sua classe social, mas daqueles que você não conhece, daqueles que você ridiculariza ou tem medo. Ninguém sabe o porquê de cada um estar de castigo, mas, à medida que eles vão abrindo seus corações, você vai conhecendo seus medos e frustrações. No final, se percebe envolvido pelos dilemas de cada personagem.

Clube dos Cinco é um filme que marcou uma geração. Vários filmes atuais o citam ou o usam como referência, como Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017), Power Rangers (2017), e A Escolha Perfeita (2012).
Don’t you forget about me!!

O filme está disponível na Netflix.
Não deixem de ver!

Beijos,

Pense em uma coisa boa
e num instante você voa.
 Pense em uma coisa linda
se você não voa ainda.

2 comentários:

  1. Olá André,
    Adorei sua resenha, não conhecia o filme, mas a proposta me interessou. Vou procurar na Netflix depois, quando assistir te conto o que achei.

    Um abraço e boa Bienal!
    Com carinho,
    Jéssica Burgos - Clube do Farol

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  2. Oi Andre.
    Resenha com gostinho de saudade <3 Confesso que lembro vagamente da historia. Isso é sinal de que está na que na hora de assistir de novo kkk
    Beijo
    www.meupassatempoblablabla.com

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