Crítica | Tudo e Todas as Coisas

18 de jun de 2017

Oi Perdidos,

Queria ter lido o livro antes de ver Tudo e Todas as Coisas, mas não resisti e assisti neste fim de semana a adaptação do livro homônimo de Nicola Yoon.

Por isso, vou comentar o filme sem ter com o que comparar. O que é bom porque vou avaliar a obra cinematográfica por si só.

Ainda pretendo ler o livro para depois ler O Sol Também é uma Estrela, segundo livro da autora.

Título: Tudo e Todas as Coisas
Título Original: Everything, Everything
País: EUA
Ano: 2017
Diretora: Stella Meghie
Atores: Amandla Stenberg, Nick Robinson e Anika Noni Rose
Gênero: Romance e Drama
Produção: Metro-Goldwyn-Mayer
Duração: 1h36min
Classificação:


A Rue de Jogos Vorazes cresceu e agora é Maddy Whittier (Amandla Stenberg), uma garota de 17 que tem uma doença imunológica que a faz ficar confinada em uma casa toda esterilizada. As únicas pessoas que tem acesso a ela é a mãe (Anika Noni Rose), a enfermeira Carla (Ana de la Reguera) e a filha dela.

O pai de Maddy morreu junto com o irmão mais velho em um acidente de carro quando ela era bem pequena, pouco antes da mãe descobrir a rara doença da filha. Desde então, a vida de Maddy é uma rotina de exames, remédios e estudos via internet. Um dos poucos hobbies que tem é a leitura. Ela tem um blog literário onde posta suas resenhas.

A vida de Maddy muda completamente quando Olly (Nick Robinson) muda para a casa vizinha e eles começam a se ver pelas janelas. Logo, estão trocando mensagens pelo celular. Ela começa a gostar dele e conta com a ajuda de Carla para poder se encontrar pessoalmente com ele sem a mãe saber.

Estou disposto a sacrificar tudo apenas para viver um dia perfeito.

É um romance juvenil que, apesar de ser bem linear, funciona por causa da boa química entre os atores principais. Amandla Stenberg consegue passar inocência e vulnerabilidade para a sua personagem sem preder a personalidade. Nick Robinson é o ator jovem da moda. Atuou em Jurrasic World, A 5ª Onda e será Simon na adaptação de Simon vs. A Agenda Homo Sapiens. Ele cria um Olly envolvente e encantador.

Amandla Stenberg
Nick Robinson e Amandla Stenberg em Tudo e Todas as Coisas
A diretora iniciante Stella Meghie faz um trabalho competente. A ideia de transportar as conversas de Maddy e Olly pelo celular para dentro das maquetes feitas por ela é bem interessante. Como se fosse um mundo paralelo. Só não sei se essa ideia foi dela ou se está descrita no livro.

A trilha sonora instrumental e a fotografia são adequadas e as músicas usadas dão o tom do filme. As músicas são bem atuais como você pode conferir nesta playlist:



Um dos pontos positivos do filme é mostrar um romance juvenil interracial sem levantar bandeiras. Também gostei do plot twist. Apesar da história ser bem previsível em muitas coisas, não esperava por aquilo. O que nos leva ao ponto negativo.

Para falar do ponto negativo, preciso contar um grande spoiler. Então, se não quiser saber como o filme termina, é melhor parar por aqui.

Gostei do filme de modo geral e continuo querendo ler o livro que deve ser bem superior a sua adaptação cinematográfica.

Beijos.

A segunda à direita e
depois sempre em frente
até o amanhecer



Quando Maddy foge com Olly para o Havaí, achei estranho ela passar tanto tempo no mar sem que nada de mal acontecesse a sua saúde. Achei que era uma falha do roteiro, mas tudo fez sentido quando sabemos que ela não estava realmente doente e tudo não passou de uma invenção da mãe dela.

O que realmente não gostei é que o filme tenta justificar o que a mãe de Maddy fez. Ela é uma psicopata!! Manteve a filha presa em casa sem viver e ainda despediu a enfermeira e afastou Olly da vida da filha com mentiras e artimanhas. Não merece o perdão!!

8 comentários:

  1. Oiii tudo bem?
    Eu não vejo a hora de assistir esse filme menino, gostei muito de saber a sua opinião e espero que eu acabe gostando também, gostei que tenha colocado as músicas também, aguardo mais postagens assim.
    Beijinhos

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  2. Quero assistir esse filme mas vou conseguir ler o livro antes!
    Beijos
    Mari
    Pequenos Retalhos

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    1. Depois de ver o filme fiquei com mais vontade ainda de ler o livro.
      Beijos,
      André

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  3. Eu li o livro em agosto do ano passado, mas ainda não chegou aqui na minha cidade o filme. Se eu estou animada? Pra caramba. Espero assistir e poder comparar. A atriz é como eu imaginava

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  4. Olá, eu já li o livro e te digo que ele também tem um jeito diferente de mostrar as conversar entre os dois e que há sim a existência das maquetes, mas preciso ver o filme para entender como tudo isso foi transportado para a tela. Gostei muito do livro quando o li.

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  5. eu li o livro e não gostei, só mais um livro comercial com boa divulgação na mídia, o filme não assisti, talvez ache menos ruim que o livro, geralmente, esses livros de 'produção em série', são melhores adaptados.

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  6. Olá, tudo bem?
    Jesus amado, acabei lendo o spoiler por curiosidade e agora quero mesmo assistir esse filme! Achei que parecia bem bobinho, mas agora fiquei super curiosa hehe espero poder assistir em breve. Beijos <3

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