Crítica | O Espeço Entre Nós

7 de abr de 2017

Oi Perdidos,

Finalmente consegui assistir O Espaço Entre Nós.

Como disse antes, o filme está passando em poucas salas de cinema aqui na Grande Vitória e em quase todas na versão dublada. Será que isso é um sinal de que o filme é ruim?

Título: O Espaço Entre Nós
Título Original: The Space Between Us
País: EUA
Ano: 2017
Diretor: Peter Chelsom
Atores: Gary Oldman, Asa Butterfield, Carla Gugino e Britt Robertson
Gênero: Aventura, Drama, Ficção e Romance
Distribuição: Diamond Films
Classificação:


Nathaniel Shepherd (Gary Oldman) patrocina uma missão espacial para colonizar Marte. Dois meses depois de deixar a Terra, uma das astronautas descobre que está grávida. Chegando ao planeta vermelho, morre de complicações ao dar à luz o primeiro ser humano nascido no planeta vermelho.

Gardner (Asa Butterfield) é um menino curioso e altamente inteligente. Gostaria de conhecer a Terra, mas não pode. Seu coração e seus ossos podem não resistir à atmosfera do nosso planeta. Órfão de mãe e sem saber quem é o seu pai, é criado por cientistas e astronautas, como Kendra (Carla Gugino). Seu único amigo é um robô que ele mesmo construiu.


Aos 16 anos, consegue se conectar com a Terra e começa uma amizade on-line com Tulsa, uma garota órfã. Gardner deseja muito visitar o planeta natal da sua mãe, conhecer Tulsa pessoalmente e descobrir quem é seu pai.

Gardner consegue a autorização para visitar o nosso planeta e passa por diversas cirurgias para conseguir sobreviver. No nosso mundo, fica isolado até que os exames de saúde comprovem que é seguro. Sentindo-se preso da mesma forma que se sentia preso em Marte, consegue fugir e parte em busca de Tulsa, da verdade sobre sua história e o seu lugar no universo.


O diretor Peter Chelsom nasceu na Inglaterra e é conhecido pelas comédias românticas Escrito nas Estrelas e Dança Comigo?  O filme conta com um bom elenco e boa produção. O maior problema está no roteiro que trata de vários temas interessantes mas sem se aprofundar em nenhum deles.

O melhor do filme é a boa química entre Asa e Britt Robertson. Por isso, o romance entre eles acaba se desatacando. Pena, porque o debate sobre quem somos no mundo poderia ser mais bem trabalhado e o filme deixaria de ser apenas mais um romance adolescente.

É bonitinho e gostoso de ver. Funciona melhor para o público juvenil feminino. Com certeza não é um filme de todo ruim, mas vai ser difícil se destacar entre diversos blockbusters de qualidade que já foram lançados até agora.


Beijos.

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Um comentário:

  1. Oi André
    Onde você conseguiu ver o filme???
    Quero muito assistir. Adorei a critica, apesar dos seus pontos negativos.
    Mas talvez por fazer parte do publico feminino goste mais que você kkkk
    Me apaixonei quando vi o trailer, mas nem sabia que já tinha estreado.

    Bj
    www.meupassatempoblablabla.com

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