Crítica | A Vigilante do Amanhã

3 de abr de 2017
Ghost in the Shell

Oi Perdidos,

Fui assistir O Espaço Entre Nós, com Asa Butterfield. O filme está passando em poucos cinemas aqui na Grande Vitória e quase todos na versão dublada. Isso pode ser um sinal de que o filme é ruim, mas eu gosto do ator e estou curioso.

Antes do filme começar, faltou energia no bairro. O cinema teve que cancelar a exibição e devolver o dinheiro. Acabei indo para um shopping mais perto de casa e vi A Vigilante do Amanhã ou Ghost in the Shell.

Título: A Vigilante do Amanhã
Título Original: Ghost in the Shell
País: EUA
Ano: 2017
Diretor: Rupert Sanders
Atores: Scarlett Johansson, Pilou Asbæk, Takeshi Kitano e Juliette Binoche
Gênero: Ação, Ficção
Produção: Paramount
Classificação:


Primeiramente, eu nunca li o mangá e nem vi o anime, então sou virgem em relação à história, como muitos de vocês.

O filme é produzido por Avi Arad, o mesmo produtor dos filmes dos X-Men, Homem Aranha, Blade e o primeiro Homem de Ferro. A direção ficou a cargo do mesmo diretor de Branca de Neve e o Caçador, de 2012.

O visual do filme impressiona e deve funcionar bem em 3D, apesar de algumas cenas serem bem escuras. Como não sou muito fã de 3D, assisti em 2D.

Mira Killian (Scarlett Johansson) morreu em um acidente e teve o cérebro implantado em um corpo cibernético. Estamos em um futuro onde as pessoas são aperfeiçoadas com partes cibernéticas, mas Mira é a primeira de sua espécime.

Todos ao meu redor, eles se sentem conectados a alguma coisa. Conectados a algo, eu não.

Ela é treinada para ser totalmente letal e é designada para trabalhar no Setor 9, um esquadrão anti-terrorismo, apesar da Dra. Ouelet (Juliette Binoche) achar que ela ainda não está preparada.

Mira, conhecida como Major, começa a ter flashes que podem ser de seu passado. Ela morreu afogada quando terroristas atacaram o barco onde estava com seus pais. Só ela, quero dizer, o cérebro dela, sobreviveu.

Um hacker chamado Kuze (Michael Pitt) começa a executar pessoas que trabalham para a Hanka Robotics. A Major e Batou (Pilou Asbæk) vão investigar o terrorista virtual, mas ele começa a fazer com que ela questione a empresa que a criou e as pessoas com quem trabalha.

Batou
Pilou Asbæk como Batou
O filme funciona bem como filme de ficção e ação, mas os personagens não conseguem cativar o espectador para que a gente se envolva emocionalmente com eles. Algumas cenas de ação se destacam como a que Mira invisível luta contra um trabalhador que estava sendo manipulado pelo Kuze.

No geral, o filme é frio e no momento em que é necessário um pouco mais de emoção, não funciona. Achei que o problema de Branca de Neve e o Caçador fosse os atores fracos, mas talvez o problema seja o diretor que não sabe dirigir bem seus atores. Takeshi Kitano, que interpreta o chefe do Setor 9, é o ator que mais se destaca e Juliette Binoche consegue trazer um pouco de emoção para o seu personagem.

No geral, o resultado é positivo, mas nada surpreendente. As cenas da Scarlett Johansson andando de moto me fez querer ver a versão live action de Akira sair do papel e ir para as teles do cinema.

Quem sabe Ghost in the Shell também não seja o primeiro de sua espécime.

Quais animes ou mangás você gostaria de ver adaptado para o cinema?
Deixe a sua sugestão nos comentários.

Beijos.


Pense em uma coisa boa
e num instante você voa.
 Pense em uma coisa linda
se você não voa ainda.


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Um comentário:

  1. Oi André
    Eu adoro a Scarlett Johansson, mas não consigo me animar para ver este filme, e pela sua critica não me arrependo pois acho que não gostaria tanto.
    Vou esperar para ver na tv por assinatura mesmo kkkk

    Bj
    Scarlett Johansson

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