A Era do Gelo: O Big Bang [Crítica]

13 de jul de 2016

Título: A Era do Gelo: O Big Bang
Título Original: Ice Age: Collision Course
País: EUA
Ano: 2016
Diretor: Mike Thurmeier
Dubladores: Diogo Vilela, Tadeu Mello, Márcio Garcia e Ingrid Guimarães (Versão em Português)
Gênero: Desenho Animado
Duração: 94 minutos
Estúdio: Fox
Classificação: 3 Estrelas

Tenho que fazer uma confissão: Eu Adoro Desenhos Animados. Não tenho mais a desculpa de levar meus sobrinhos ao cinema, mas vou assim mesmo. É meu lado de Garoto Perdido falando mais alto!

Os estúdios estão apostando cada vez mais em desenhos que agradam tanto crianças como adultos. A Pixar/Disney é mestre nisso, com roteiros divertidos e inteligentes.

Em 2002, a 20th Century Fox produziu A Era do Gelo, dirigido por Chris Wedge e o brasileiro Carlos Saldanha. O filme foi um grande sucesso e 14 anos depois temos a quinta aventura de Manny, Sid e Diego.

Na busca incansável pela noz, o esquilo Scrat provoca um acidente no espaço colocando um enorme meteoro em rota de colisão com a Terra. Sem saber o que fazer, Manny, Diego e Sid contam com a mente maluca de Buck, a doninha caolha do terceiro filme. Ele é o único com um plano para evitar o extermínio de todos os mamíferos.

Enquanto isso, Amora, filha de Manny e Mannie, está noiva e pretende sair de casa para conhecer o mundo após o casamento. Claro que Manny não aceita isto muito bem.

Scrat é um dos personagens mais divertidos de A Era do Gelo e ele aparece bastante em O Big Bang.  Acho que por isso me divertir tanto assistindo o filme. O humor pastelão do esquilo perseguindo a noz, me lembrou muito dos filmes de Os Trapalhões que assistia nas férias. Esse gênero de comédia cinematográfica nem sempre é bem visto, mas tivemos gênios como Charles Chaplin, O Gordo e O Magro e Os Três Patetas que brilharam com maestria. Hoje em dia, são os desenhos animados que levam essa tradição adiante.

Outro personagem engraçado da franquia é a preguiça Sid, principalmente pela ótima dublagem do Tadeu Melo. Pena que ele se perde um pouco na história central que não é ruim, mas também não empolga. Diego, o tigre dente-de-sabre, se destaca mesmo ainda.

O filme é bem colorido, divertido e o saldo final é positivo.

Morri de rir com o cartaz do filme que ilustra o início desta crítica, ele é uma paródia do cartaz do ótimo filme Perdido em Marte, com Matt Damon: "Tragam-no para Casa", ou melhor "Tragam Scrat para Casa".


Um comentário:

  1. Como um esquilo da época pré-historia vai para no espaço? rssss o que eu perdi dos outros filmes? kkk

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