Cidade de Vidro (Instrumentos Mortais #3) - Cassandra Clare [Resenha]

26 de mai de 2016

Título: Cidade de Vidro
Série: Os Instrumentos Mortais #3
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Gênero: Fantasia, Aventura
Páginas: 474
Ano: 2011
Classificação: 4 estrelas

Quando li Cidade dos Ossos, primeiro volume da série Os Instrumentos Mortais, lembro que gostei bastante do mundo dos Shadowhunters criado por Cassandra Clare. Mas, em seguida veio Cidade das Cinzas e acabei abandonando a série.

Num evento de lançamento de Dama da Meia Noite, várias amigas apaixonadas pelos livros da Cassandra falaram para continuar a ler a série, que o segundo livro é fraco mesmo, mas que depois melhora. Então, dei mais uma chance para Jace e Clary.


Comecei a ler Cidade de Vidro sem ter muita certeza sobre alguns acontecimentos. Faz tempo que li o segundo livro e ainda teve o filme e a série da Netflix com suas liberdades criativas para piorar a situação. Mesmo assim, segui em frente.

Para salvar sua mãe, Clary precisa encontrar o feiticeiro Ragnor Fell que está em Idris, a Cidade de Vidro do título. Ela quer aproveitar que vai haver uma reunião da Clave na cidade e ir com Jace, Izzy, Alec, Maryse e Robert Lightwood.

Jace acha perigoso Clary ir com eles, porque Valentim está procurando o terceiro Instrumento Mortal, o Espelho, que está escondido em Idris. Ele, também, tem medo do que a Clave pode fazer com Clary quando descobrir que ela tem o poder de criar novas runas. Jace não confia na Clave, por isso pede ajuda de Simon para enganar/proteger Clary. Porém, quando os Lightwood estão indo para Idris escondidos dela, sofrem um ataque dos Renegados e Simon é ferido. Jace, sem ter opção, leva Simon consigo.

Clary fica chateada por ter ficado para trás, como uma criança mimada, cria um portal com seus poderes e, junto com Luke, vai atrás deles. 

A autora descreve Idris e a cidade Alicante com detalhes, mas sem ser descritiva em excesso. Lá, conhecemos novos personagens: Amatis, irmã de Luke; o novo Inquisidor; Aline Penhallow e seu primo Sebastian Verlac. Todos, vão interferir direta ou indiretamente na busca de Clary e na grande batalha contra Valentim.

Deus contou os dias de teu reino, e o trouxe a um fim; Pesado foste na balança, e foste achado em falta
Como este livro fecha a primeira trilogia, não dá pra falar muito sem contar algum spoiller. Muitas coisas são reveladas, como, por exemplo, o motivo de tanto ódio de Valentim pelos seres do submundo; o passado de Clary e o de seu irmão. A história é bem ágil e as páginas passam voando. Temos alguns Plot Twist esperados, mas necessários. Senti uma melhora perceptível na escrita de Cassandra Clare e o final é bem amarrado.

Dizem que é melhor ler a trilogia Peças Infernais em seguida para depois voltar para a segunda trilogia de Instrumentos Mortais.

Voltei a ver a série Os Instrumentos Mortais  com bons olhos. Vamos aguardar pela leitura dos próximos volumes. Você já leu algum livro da série? Qual o melhor na sua opinião?  

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